sobota, 06. avgust 2011

Como eu poderia?

Que desamparado, este meu canto,
este medo da sensação delicada...
A minha palavra tornou-se no pranto,
gritava o amor, e não proferiu nada...!

Em segredo te amo (e amo tanto!) ...
Esperando por ti com a mão desdobrada...
Tão feliz que dantes era o encanto,
tão triste agora sem ti madrugada...

Na criancice que eu desato a escrever,
para ti ponho a cor na poesia,
e toda a ternura que tem a mulher...

Que outro poema eu cantaria?!
Esses sentidos ... Ai, é melhor não dizer ...
mas diz-me, Amor, como eu poderia?

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